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Projeto no Senado prevê avaliação e exoneração de servidores com 'nota baixa'

Representações nacionais de servidores públicos estão fazendo campanha, nas últimas semanas, contra a proposta de projeto de lei da senadora Maria do Carmo Alves, do DEM-SE.
 
A parlamentar propôs a possibilidade de exoneração de servidores em caso de avaliações ruins. O texto regulamenta que os avaliadores serão os superiores imediatos de cada servidor. A lei teria validade para as esferas federal, estadual e municipal.
 
Em caso de notas inferiores a 30% do máximo possível em quatro avaliações seguidas, a exoneração seria permitida. O mesmo aconteceria em caso de notas abaixo que 50% em cinco de dez avaliações. Os relatórios serão semestrais. O texto foi apresentado em abril e não possui relator.
 
O texto aponta que os superiores tenham que avaliar questões como a produtividade, a interação e eficiência dos servidores nos períodos de “provação”.
 
Extra

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Empresas da JBS doaram R$ 4,2 milhões de reais a políticos de Mato Grosso

As empresas dos irmãos Joesley e Wesley Batista, pivôs da última fase da operação Lava Jato, Seara e JBS gastaram R$ 4.223.075,00 com doações a campanhas de candidatos nas eleições de 2014.
 
Delações dos irmãos Joesley e Wesley e ações monitoradas em conjunto com a Polícia Federal resultaram no afastamento do senador Aécio Neves (PSDB) e no indiciamento do presidente Michel Temer (PMDB), na última segunda-feira (15).
 
Somente para os cargos de senador e deputado federal em Mato Grosso, foram desembolsados R$ 3.280 milhões em doações eleitorais, conforme o Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE) disponibilizado no site da Justiça Eleitoral.
 
Quem mais recebeu foi o senador Wellington Fagundes (PR). Foram cinco doações recebidas que totalizaram R$ 1.850 milhão, sendo duas da marca Seara, uma de R$ 200 mil e outra de R$ 250 mil. Outras três doações chegaram por meio da JBS S/A, sendo duas de R$ 500 mil e uma de R$ 400 mil. Todos os pagamentos ocorreram em cheques, mediados pelo diretório nacional do Partido Republicano.
 
Dentre os deputados federais, Carlos Bezerra (PMDB) foi o que mais recebeu doações da empresa JBS, em 2014. Foram duas doações de R$ 500 mil cada, totalizando R$ 1 milhão, pagos por meio do diretório nacional. Um dos pagamentos ocorreu via cheque e outro por transferência eletrônica.
 
Os deputados federais Fábio Garcia (PSB) e Ságuas Moraes (PT) receberam naquele ano R$ 150 mil cada da JBS. Os pagamentos foram intermediados pelos respectivos diretórios estaduais e pagos via transferência eletrônica.
 
Adilton Sachetti (PSB) e Valtenir Pereira (PMDB) receberam R$ 50 mil cada um, também mediante repasse partidário. Sachetti recebeu em cheque e Valtenir por depósito em espécie.
 
O que menos recebeu doação da empresa foi Victório Galli (PSC). Através de seu diretório estadual, ele ganhou R$ 30 mil em doação eleitoral da JBS S/A.
 
Os deputados federais Ezequiel Fonseca (PP) e Nilson Leitão (PSDB) não receberam doação da empresa.
 

Deputados estaduais

Três deputados estaduais também foram beneficiados com recursos da maior empresa do ramo de frigorífico do mundo, que também é alvo do maior esquema de corrupção já descoberto no país.
 
Na Assembleia Legislativa, o parlamentar que mais recebeu foi o presidente da Casa, Eduardo Botelho (PSB). A ele o diretório estadual repassou R$ 350 mil doados pelos irmãos Batista. 
Alan Kardec (PT) recebeu R$ 77 mil da JBS via repasse do deputado federal Carlos Bezerra (PMDB). Já Mauro Savi (PSB) foi beneficiado com R$ 6.737,5 da JBS Frigorífico, também repassados por Carlos Bezerra.
 

Governo

Dentre os concorrentes ao cargo de governador na disputa de 2014, Lúdio Cabral (PT) foi o único que recebeu doações da empresa investigada. O diretório nacional petista repassou naquela ocasião o montante de R$ 475 mil à campanha e o senador Wellington Fagundes fez três repasses de R$ 18.525,00; R$ 11.875,00 e R$ 3.937,50 cada. 
 
Gazeta Digital

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