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Preso se solta de algemas, faz buraco em teto de viatura e foge em MT

Um preso que era transportado em uma viatura do sistema prisional fez um buraco no teto do veículo e conseguiu fugir. O caso ocorreu nesta segunda-feira (16) em Aripuanã (MT), a 976 km de Cuiabá.
 
Segundo informações do boletim de ocorrência, Josimar Alves da Silva, de 38 anos, estava no camburão da viatura e conseguiu se soltar das algemas. Ele quebrou o teto do veículo e fugiu sem ser notado pelos três agentes que o transportavam.
 
De acordo com a Polícia Civil, os agentes levariam o preso da Cadeia Pública de Aripuanã para Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. Os agentes registraram boletim de ocorrência após a fuga e relataram que o preso conseguiu se soltar das algemas e sair do veículo depois de quebrar o teto.
 
A estrutura da caçamba, informa o Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado de Mato Grosso (Sindspen-MT), é feita de fibra. Os agentes disseram também que só perceberam a fuga do preso ao chegarem ao Distrito de Filadélfia, em Juína, a 737 km de Cuiabá.
 
Os servidores alegaram que a estrada, por ser de terra, causava barulho e poeira durante o trajeto. Fotos divulgadas pelo Sindspen mostram a viatura vazia com as algemas e as marcas das mãos do preso.
 
“Ele é um preso de alta periculosidade, fugitivo de Rondônia e Mato Grosso. Tem vários homicídios nas costas. A cadeia de Aripuanã não tem condições de manter um preso de alta periculosidade como ele, por isso ele seria transferido”, explicou ao G1 João Batista Pereira, presidente do Sindspen.
 
A caçamba do veículo não tem câmeras. “Ele se aproveitou do barulho da estrada para bater com os pés no teto da caminhonete e furou a fibra. Quando chegou a uma parte na qual o carro tinha que andar devagar, ele acabou saltando. Em uma comunidade, os agentes encostaram e verificaram que ele tinha fugido da caminhonete”, completou o presidente.
 
Conforme o sindicato, a caminhonete será levada para Cuiabá, onde vai passar por perícia.
 
A Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos de Mato Grosso (Sejudh-MT) informou que Josimar era transportado de Aripuanã para Juína. O órgão também afirmou que abrirá um procedimento para investigar a fuga.
 

Crimes

Josimar Alves da Silva é acusado de assassinar o presidente da Câmara Municipal de Ouro Preto do Oeste (RO), Edson Luiz Gasparotto, em agosto de 2007. Ele foi preso no dia 19 de agosto de 2016 em Primavera do Leste (MT), a 239 km de Cuiabá, usando um nome falso.
 
Silva havia fugido da Penitenciária Agenor Martins de Carvalho, em Ji-Paraná, onde cumpria pena no ano passado pela morte de um empresário daquela região.
 
Ele ainda responde por outros crimes de homicídio, porte ilegal de arma de fogo, associação criminosa e uso de documentos falsos, além de ele ser condenado pela Justiça de Rondônia a mais de 21 anos de prisão por homicídio.
 
G1 MT

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Placa em frente à Câmara dos Deputados é alterada para 'formação de quadrilha'

Uma placa de sinalização de trânsito que fica em frente à Câmara dos Deputados amanheceu nesta segunda-feira (16) com os dizeres "formação de quadrilha", "corrupção ativa" e "o grande acordo nacional".
 
Segundo O Estado de S.Paulo, a adulteração ocorreu a partir da colagem de um adesivo, que utilizou a mesma fonte e o padrão de cores da sinalização oficial de Brasília. O autor da intervenção não foi identificado.
 
O protesto ocorre às vésperas da votação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Na quarta-feira, o colegiado deve votar o parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que recomenda a rejeição da acusação pelos crimes de obstrução da Justiça e organização criminosa contra Temer.
 
A primeira denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra Temer, por corrupção passiva, foi rejeitada pela Câmara dos Deputados em agosto.
 
"O grande acordo nacional" é uma referência à conversa gravada entre o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado. No diálogo, os dois interlocutores discutem os caminhos para a Lava-Jato, antes do impeachment da então presidente Dilma Rousseff:
 
JUCÁ - Você tem que ver com seu advogado como é que a gente pode ajudar. [...] Tem que ser política, advogado não encontra [inaudível]. Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra... Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria.
 
MACHADO - Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel [Temer].
 
JUCÁ - Só o Renan [Calheiros] que está contra essa porra. 'Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha'. Gente, esquece o Eduardo Cunha, o Eduardo Cunha está morto, porra.
 
MACHADO - É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional.
 
JUCÁ - Com o Supremo, com tudo.
 
MACHADO - Com tudo, aí parava tudo.
 
JUCÁ - É. Delimitava onde está, pronto.
 
O áudio era objeto de inquérito da Polícia Federal que investigava possível crime de obstrução da Justiça por parte de Jucá, Machado e do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e do ex-presidente José Sarney. No último dia 10, o relator da Lava-Jato no STF, ministro Edson Fachin, determinou o arquivamento do inquérito, por não haver provas concretas de que os investigados atuaram para obstruir a operação.

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