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Foi difícil, mas um dia eu disse: “Não quero mais"

Foto: Câmara Municipal de Campo Novo do Parecis Foto: Câmara Municipal de Campo Novo do Parecis
Por: Catraca Livre

Mulheres que sofrem ou sofreram agressão têm mais um canal para denunciar: a plataforma Minha Voz.

Desenvolvido por uma equipe multidisciplinar de estudantes e pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo), o canal pretende oferecer às mulheres informações sobre a agressão, física ou psicológica, e combater o problema da subnotificação de casos.

Depoimento de uma vítima:

Eu achei que ele iria mudar pra melhor, mas nada melhorou. Quando eu via ou ouvia alguma história de mulheres que teimavam em ficar com maridos e/ou namorados mesmo tendo mais momentos tristes que felizes, sempre dizia que não passaria por isso, que não aceitaria certas coisas e de repente lá estava eu sendo protagonista de uma triste e real história, igual àquelas que tanto abominava.
 
O ciúme doentio piorava a olhos vistos, e enquanto eu dormia, as minhas bolsas eram vasculhadas, daí até começar a sofrer violência psicológica foi um pulo, modos grosseiros, mau humor. Preferia nem mais sair de casa, pra não ter estresses. Ir a uma festa juntos era terminar a noite com brigas e choros, porque não podia conversar com os amigos.
 
Sorrir então?! Estava fora de questão. Até que um dia em um acesso de raiva, e em um lugar público, ele tentou segurar meu pescoço entre suas mãos e me empurrou contra o carro. Foi horrível! Fiquei aos prantos, e as poucas pessoas que viram não fizeram nada. Não, eu não o denunciei, eu não registrei queixa, tinha os anos vividos juntos, as respectivas famílias, os planos, a sensação de impotência e de frustração por não conseguir me libertar de uma relação.
 
Sim, eu me arrependi depois de não te registrado queixa e ainda voltei a conviver com ele, depois de um período longe e de um pedido de perdão. A violência psicológica continuou, pior. E eu procurei refúgio no trabalho, alcançando sucesso profissional e conquistas e quanto mais eu progredia profissionalmente, mais a violência psicológica aumentava.
 
Ele não ficava feliz com as minhas conquistas e menosprezava praticamente tudo que fazia, e ele se incomodava tanto com isso que esqueceu de si mesmo e começou a fazer coisas para me causar sofrimento. Fui criando consciência de que o que estava acontecendo só estava fazendo mal a mim e que aquilo não era amor. Foi dificil, mas um dia eu disse: “Não quero mais"
 
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