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Produtores sinopenses reclamam da falta de mão de obra qualificada

"É hora de sairmos do comodismo e buscarmos conhecimento. Sem informação e qualificação nada muda". Essa é a opinião do presidente em exercício do Sindicato de Produtores Rurais de Sinop, Ilson José Redivo. "Por isso é importante participar do Soja Brasil que este ano escolheu a inovação tecnológica como tema. As palestras e o Conexão AgriHub são assuntos muito importantes e, que despertam o interesse do produtor para essa mudança que está acontecendo no campo".
 
O presidente acrescenta ainda que as inovações tecnológicas estão acontecendo em todos os setores. "E no agronegócio não é diferente. Mas para utilizarmos 100% destas inovações precisamos de profissionais qualificados. Ás vezes, a tecnologia disponibilizada deixa de ser aproveitada em função da ineficiência de operação", enfatiza Redivo, acrescentando que a qualificação dos funcionários é fundamental e deve ser constante.
 
O presidente em exercício destaca ainda que a falta de mão de obra é um problema sério e que a reclamação é constante. "É unanime a opinião de que é preciso melhorar o nível de qualificação e capacitação de nossos colaboradores.  Por isso, digo que o Soja Brasil é uma oportunidade imperdível. Todos precisam participar. É o momento de agregar conhecimento e informações".
 
O superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (SENAR-MT), Otávio Celidonio acrescenta que uma pesquisa feita pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), mostra que a qualificação de mão de obra é um problema grave, abrangente e que tem urgência de ser resolvido.
 
De acordo com Celidonio, o SENAR-MT em parceria com os Sindicatos de Produtores Rurais capacitam em média 50 mil pessoas por ano. "Temos mais de 250 treinamentos em nosso portfólio e estamos investindo em novas tendências de educação como trilhas de conhecimento e ensino hibrido".
 
No projeto Soja Brasil, as noites são reservadas para as palestras e as manhãs para o Conexão AgriHub. Este ano, o instrutor credenciado junto ao SENAR-MT, João Rosa fala sobre o futuro do agronegócio. Numa palestra interativa, onde os participantes respondem diversas perguntas por meio de um controle remoto, Rosa questiona sobre a utilização de tecnologias e diversos outros assuntos. "Em todos os municípios que passamos até agora, a maioria dos participantes utilizam algum tipo de tecnologia".
 
Rosa também aborda a diferença entre a agricultura de precisão e a digital e diversos outros assuntos. Ele fala ainda sobre meio ambiente, a imagem do produtor e questiona os participantes sobre vários temas.
 
Outro assunto é AgriHub, um programa de inovação e que tem como objetivo integrar os produtores rurais e empresas de inovações tecnológicas. É uma rede de inovação com o objetivo de conectar produtores rurais às tecnologias desenvolvidas para o agronegócio. "Um dos diferenciais deste projeto é a iniciativa de conectar produtores rurais, empresas de inovação, pesquisadores e investidores que estejam em busca de possíveis soluções tecnológicas às necessidades específicas do meio rural mato-grossense", acrescenta Fábio Silva, responsável pela área de parcerias do AgriHub.
 
CONEXÃO AGRIHUB - Todas as manhãs, dentro da programação do Soja Brasil acontece o Conexão AgriHub que é um evento do projeto AgriHub desenvolvido pela Famato, SENAR e Imea e tem o objetivo de apresentar aos produtores rurais novas tecnologias.  Nesta rodada estão sendo apresentadas três tecnologias.
 
ASCOM Senar

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Produção agrícola sofre com má qualidade de rodovias

O Brasil é um dos gigantes da agropecuária no mundo. Maior exportador de carne do planeta e segundo maior exportador agrícola, o produto brasileiro não sofre com questões como qualidade ou volume de produção na hora de competir. O maior problema para quem produz no Brasil produtos do campo está ligado ao transporte da mercadoria e seu custo.
 
Antônio José Meireles tem 46 anos, há 16 ele trabalha na produção agrícola. Atualmente produz milho e soja no Mato Grosso do Sul, mais especificamente na cidade de Naviraí, há 370 quilômetros da Capital, Campo Grande. Ele explica a dimensão e a importância do custo do transporte para o produtor rural. “Nós sabemos que não conseguiremos produzir se não pagarmos o transporte. O custo desse transporte via rodovia é alto”, revelou.
 

Sistema rodoviário é o mais utilizado

Elisangela Lopes é assessora técnica da Comissão Nacional de Infraestrutura de Logística da Confederação de Agricultura e Pecuária, a CNA. Ela conta que a malha rodoviária do Brasil é responsável por transportar cerca de 60% de todos os produtos produzidos no campo, seguido por ferrovias e hidrovias.
 
No entanto, a qualidade desta malha é contestável. De acordo com Elisangela, produtores brasileiros gastam mais que os principais concorrentes internacionais para realizar o transporte. Longas viagens e a má condição das estradas, segundo a assessora técnica, causam gastos maiores para o produtor rural.
 
“Nós somos imbatíveis quando comparamos a produtividade para dentro da porteira. Passou a porteira, a situação muda de figura. Nós temos os maiores custos, cerca de três, quatro vezes mais que Estados Unidos e Argentina.”
 
Segundo a Pesquisa de Rodovias da Confederação Nacional de Transportes, a CNT, 60% das estradas brasileiras foram avaliadas como regulares, ruim ou péssima, com problemas na pavimentação, falta de sinalização e buracos. Ainda segundo a pesquisa estradas com uma pavimentação avaliadas como péssima podem causar um aumento no custo operacional de até 91,5%.
 
Elisagela Lopes afirma que as regiões Norte e Nordeste são as mais afetadas pela qualidade da via. A informação é confirmada pelo levantamento da CNT. Quando separado por regiões do país, de acordo com o levantamento, a região Norte do país é quem mais sofre com custos adicionais, 33,6% ao todo. O Sudeste, que menos paga custos adicionais, tem um acréscimo de 24,7% no transporte dos produtos.
 
O Acre é o estado mais afetado, ainda de acordo com a CNT, no quesito de taxa por conta da má qualidade das estradas. Enquanto a média nacional de custos adicionais com transporte gira em torno de 27%, o Acre sofre com um aumento de 56,5%. “Isso retira renda do produtor. Os produtores dos Estados Unidos e Argentina acabam tendo uma lucratividade maior do que os nossos produtores”, completou Elisangela.
 

Prioridades

Para melhorar essa situação, Elisangela Lopes afirmou que algumas vias precisam passar por melhoras ou finalizar obras o mais rápido possível. Uma dessas rodovias é a BR163, que liga a capital do Mato Grosso, Cuiabá, até a cidade de Santarém, no Pará.
 
Ela destaca que a melhora na via é fundamental, pois é o único caminho que as transportadoras podem fazer para chegar aos portos de Santarém e Miritituba. Em Março, as más condições do tempo causaram paralisações e consequentemente, prejuízos ao setor. Ela dá detalhes da dimensão da importância da via para o setor agrícola. “O setor de grãos calculou um prejuízo de RS$ 400 mil por dia, porque ela ficou paralisada, e era a única forma de se chegar aos portos de Santarém e Miritituba. Não tem outro caminho. Tem a ideia para se implantar o ferrogrão, paralela a BR 163, mas enquanto temos caminhos únicos para chegar a um porto, qualquer imprevisto aumenta e muito o custo de transporte.”
 
Sobre o trecho, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, DNIT, afirmou que o trecho entre Santa Júlia e a vila do Caracol está recebendo serviços de terraplanagem e drenagem. Após o período chuvoso, o trecho, de quase 40 quilômetros, receberá o asfalto. O setor norte também recebeu 10 quilômetros de pavimentação. Já o trecho sul sofreu ajustes e será feito em parceria com o Exército Brasileiro.
 

Alternativas

Há alternativas para deixar a questão da logística com um custo menor. Elisângela Lopes, da CNA, que em comparação no comparativo, o sistema hidroviário chega à custar um terço do transporte por caminhão. Quando o comparativo é feito com o sistema ferroviário ele chega a custar um sexto do cobrado pelo caminhão.
 
No entanto, essa é uma realidade internacional e que adoção desses meios aqui no Brasil deve demorar um pouco. ”Como não temos hidrovias, temos rios, mas que não são classificados como hidrovias. Faltam obras de finalização, derrocamento, deixar esse rio navegável. A gente utiliza pouco as hidrovias.  Já o ferroviário é caracterizado por um monopólio, onde o custo transporte é balizado pelo sistema rodoviário. Chegando a custar o mesmo valor, quando internacionalmente esse valor chega a ser 30% menos”, detalhou Elisangela.
 
Para Antônio José Meireles, a esperança é de que o assunto seja discutido para buscarem melhorias. “Enquanto nossos políticos não focarem que o Brasil é um país extremamente agrícola e que depende disso para ser mais competitivo lá fora, que precisamos de uma infraestrutura melhor, nós vamos continuar sofrendo”, reclamou o produtor.
 
Por Raphael Costa

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