Revista destaca produtores de girassol camponovenses E-mail
(7 votos, média de 4.14 em 5)
Escrito por Da Redação on Sáb, 16 de Junho de 2012 19:51   

Agricultores de Mato Grosso apostam no grão para a produção de alimentos e se tornam os maiores do País. A receita está pronta para ser replicada em outras regiões.

 

 

Edição nº 92 da revista ISTOÉ DINHEIRO RURALDe Cuiabá até Campo Novo do Parecis são 390 quilômetros. Quem parte da capital de Mato Grosso, rumo a esse município do norte do Estado, precisa subir a serra do Parecis, um divisor de águas das nascentes dos rios que formam a bacia Amazônica daqueles que descem para o sul e formam a bacia do rio da Prata. Depois de subir a serra, o cenário é de um chapadão a perder de vista.

 

 

De um lado e de outro da estrada, até onde a vista alcança, há restos de lavouras de milho que já foi colhido ou de algodão carregado de botões, também conhecidos como capulhos, a um passo de se tornar um mar de bolas brancas. Mas, poucos quilômetros antes de se chegar à cidade de Campo Novo do Parecis, o cenário rural muda radicalmente. Em vez das lavouras de milho e algodão, é o amarelo intenso do girassol quase maduro que toma conta da vista. Em meados do mês passado, os botões do girassol, chamados de capítulos, estavam no auge do florescimento.

 

 

"O girassol sempre foi uma paixão, mas de três anos para cá ele também vem se tornando um bom negócio", disse o engenheiro agrônomo Sergio Costa Beber Stefanelo, dono da fazenda Porta do Céu, com 14 mil hectares, ao receber em seu escritório da cidade a reportagem da DINHEIRO RURAL. Na parede, um quadro mostrava uma pintura de girassol. Sobre o balcão, um vaso com flores de girassol. E, na escrivaninha, uma pilha de livros e folhetos sobre o mesmo tema: o girassol.

 

 

"É como se eu colhesse 80 sacas de milho numa época em que seu cultivo é impossível"Ernesto Martelli
ERNESTO MARTELLI
, da fazenda Horizonte.

 

 

Estimulados pela paixão de Stefanelo e pela possibilidade de negócios com a oleaginosa, um grupo de produtores do município está cultivando nesta safra 32 mil hectares da planta e guindando Campo Novo do Parecis ao posto de maior produtor do Brasil. No fim de maio, prestes a iniciarem a colheita da safra 2011/2012, a expectativa era chegar a 25 sacas por hectare, que resultariam na produção de 48 mil toneladas de sementes.

 

 

Hoje, o girassol do município mato-grossense responde por 42% do cultivo nacional. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área cultivada na safra 2011/2012 em todo o País é de 75,5 mil hectares e a produção estimada é de 112,6 mil toneladas de sementes. Aos preços atuais, de R$ 1,2 mil a tonelada vendida para a indústria de alimentos, a oleaginosa deve gerar aos agricultores uma receita de R$ 135 milhões.

 

 

Um dos fatores que determinaram o crescimento vertiginoso da produção do girassol nos últimos anos é o fato de seu cultivo não competir com outras culturas. Depois da soja - com 24 milhões de hectares na primeira safra -, enquanto a maioria dos produtores que aderiram ao modelo de duas safras seguidas planta apenas uma cultura, em Campo Novo do Parecis esse mix se alarga. São várias ao mesmo tempo, com milho-pipoca, milho-branco, algodão, painço, feijão, cana-de-açúcar e, agora, o girassol. Por causa da variedade, o município se tornou o quarto produtor de grãos do País, com um milhão de toneladas de soja como carro-chefe. "Essa diversidade é uma característica cultural do município", diz Stefanelo. "Nascemos assim na década de 1980, produzindo de tudo."

 

 

 

LINHA DE PRODUÇÃO: na Parecis Alimentos, sob o comando do gerente industrial Eduardo Momesso, a esmagadora vai processar 90 toneladas de sementes por dia nesta safra

 

LINHA DE PRODUÇÃO: na Parecis Alimentos, sob o comando do gerente industrial Eduardo Momesso, a esmagadora vai processar 90 toneladas de sementes por dia nesta safra.

 

 

A saga do girassol no País começa um pouco antes, nos anos 1960, mas a história que vale a pena conhecer não tem mais de uma década. No período anterior, por uma conjunção infeliz de fatores, como mercado consumidor pequeno, indústria desmotivada e enganos técnicos na produção, a maior parte dos agricultores que plantaram girassol perdeu dinheiro.

 

 

A exceção foram os que plantaram e venderam a semente como comida para pássaros, um nicho de mercado extremamente pequeno. Stefanelo é o mais antigo produtor de girassol de Campo Novo do Parecis e um dos que conseguiram entrar nesse nicho. "Planto girassol há 18 anos, pensando nas aves. Por causa delas, sempre tive comprador para tudo que plantei", diz. "Mas, de três safras para cá, estamos formando um mercado mais robusto para o girassol, com foco no consumo humano."

 

 

Nesta safra, Stefanelo plantou quatro mil hectares de girassol e quatro mil hectares de milho, depois de ter cultivado nove mil hectares de soja na primeira safra. A área ocupada pelo girassol, hoje, é duas vezes maior do que aquela que Stefanelo plantava para os passarinhos. Ele deve colher pelo menos 25 sacas por hectare, volume equivalente a seis toneladas.

 

 

Outro fator determinante para o sucesso do girassol na região, como alternativa na segunda safra de verão, é uma característica que é o sonho de quem produz: a resistência à seca. Culturas como o milho ou algodão, por exemplo, exigem muita água na fase de crescimento.

 

 

O girassol, ao contrário dessas plantas, por ter raízes profundas e guardar água no caule, consegue resistir e se recuperar mais rapidamente, caso faltem chuvas nos primeiros dois meses de vida. "Mas faltava aprender qual o momento ideal do plantio", diz Stefanelo. Nos últimos três anos, os agricultores aprenderam exatamente isso: o momento certo de plantar o girassol. Encontraram o que os pesquisadores chamam de janela ideal de cultivo.

 

 

 

 

NO CHAPADÃO DO PARECIS
O município de Campo Novo do Parecis


   - Tem 32 mil hectares de girassol
   - Está produzindo 48 mil toneladas
   - Responde por 42% do cultivo no País



OS 35 PRODUTORES DA PARECIS ALIMENTOS


   - Cultivam 13,4 mil hectares de girassol
   - Estão produzindo 20,1 mil toneladas
   - 41,8% da produção do município
   - Na média, recebem R$ 1,2 mil por hectare
   - Na média, o custo é de R$ 750 por hectare



A JANELA DA NOVA ONDA
Em Campo Novo do Parecis, os produtores plantam



   - Soja em setembro e outubro
     À medida que a soja é colhida...
   - O algodão entra em janeiro
   - Na sequência, 20 de fevereiro é a data-limite para o plantio de milho
   - 5 de março é a data-limite para o plantio de girassol

 

 

Ernesto Martelli, da fazenda Horizonte, produz soja em uma área de 12 mil hectares, plantada entre setembro e outubro. As sementes usadas são de ciclo precoce (20% do total, para começar a colher mais cedo), médio e tardio. Em janeiro, à medida que os primeiros talhões de soja começam a ser colhidos, entram as demais culturas. Primeiro, Martelli planta algodão. São mil hectares por safra. Na sequência, até o dia 15 de fevereiro - no mais tardar dia 20 -, ele faz o plantio de quatro mil a cinco mil hectares de milho. "A partir daí, mesmo se quisesse plantar mais milho eu não poderia. Falta água e a possibilidade de perder a produção é muito grande", diz Martelli. Aí, de acordo com ele, entra o girassol, na janela ideal de 20 de fevereiro até 5 de março, como data-limite para o plantio. É a partir dessa definição de data que o girassol está ganhando espaço como uma cultura viável em Campo Novo do Parecis.

 

 

Antes do girassol, quando não conseguiam mais plantar milho, a única opção dos produtores era alguma outra cultura para cobrir o solo, como o milheto ou sorgo para ração animal, por exemplo. Nessas culturas, porém, o importante não é o que se ganha com elas, mas a palhada incorporada ao solo para melhorar a sua estrutura antes do plantio seguinte da safra de soja. "Se fosse possível seguir plantando milho, era isso que eu faria, mas para a cultura dar certo teria de chover pelo menos 500 milímetros a mais do que normalmente chove", diz Martelli. O girassol se garante com 250 milímetros de chuvas entre fevereiro e o fim de abril, uma quantidade normal na região.

 

 

Martelli afirma que o girassol tem vocação para ocupar, na segunda safra do Centro-Oeste, de 15% a 25% da área de 350 mil hectares de soja plantada na primeira safra. "Daria para plantar, somente em Mato Grosso, 88 mil hectares por ano." Nesta safra, o Estado está cultivando 50 mil hectares, segundo a Conab, do total nacional de 75,5 mil hectares.

 

 

Para o experiente Stefanelo, a definição de data de plantio do girassol obriga o produtor a incluir a cultura na agenda de gestão da fazenda. "Para crescer, o girassol não pode ser uma cultura de oportunidade", diz Stefanelo. "Ela precisa fazer parte de um pacote de ações." Martelli, que começou a plantar girassol há quatro anos, se considera um aprendiz aplicado. Nos dois primeiros anos, o produtor colheu metade do que pretendia. Nas duas últimas safras, acertou a mão, e nos mil hectares de girassol deste ano ele espera ir além da média de 25 sacas por hectare, prevista para a região. "O acerto de fato se deu quando a cultura passou a fazer parte da estratégia de produção total da fazenda." Neste ano, Martelli está produzindo 42 mil toneladas de soja, 24 mil toneladas de milho, duas mil toneladas de milho-pipoca, 1,6 mil toneladas de pluma de algodão e 1,5 mil toneladas de girassol.

 

 

A PRODUÇÃO DE GIRASSOL

 

Os produtores da Parecis Alimentos criaram uma cartilha para orientar o cultivo da planta na região.

 

 

 

 

Tanto Stefanelo quanto Martelli estão animados com a boa colheita do ano porque ambos têm algo em comum: eles estão entregando a produção para a Parecis Alimentos, empresa esmagadora de girassol, criada em 2008, da qual são também acionistas. Explica-se: a Parecis Alimentos é uma S.A. de capital fechado que reúne como sócios 110 investidores da região, entre eles 42 produtores locais, a exemplo de Stefanelo e Martelli. "Um grupo de agricultores da região pensava na possibilidade de uma empresa desde 2006, para aproveitar melhor o potencial local", diz Stefanelo.

 

 

Foto: Kelsen Fernades / AG. ISTOéEntre 2006 e 2008, para colocar a Parecis Alimentos em pé, o grupo aplicou quase R$ 9 milhões do próprio bolso. Perto de gigantes do setor, como Bunge, Caramuru e Cargill, as três empresas que esmagam girassol no País, a quantia pode parecer irrisória. Mas a Parecis Alimentos, por ser uma empresa controlada por produtores, vem construindo uma história de sucesso na região e hoje seu valor está calculado bem acima do investimento inicial. "Atualmente, nosso desafio é ganhar escala no girassol", diz Martelli, que também é o atual diretor-superintendente da Parecis Alimentos. Para ganhar a escala almejada, desde o ano passado a empresa vem se preparando para aumentar a quantidade de sementes esmagadas. Vai passar da média de 65 toneladas por dia das safras anteriores para 90 toneladas na atual, em função dos investimentos no aprimoramento do processo industrial. "No futuro, queremos processar 300 toneladas de sementes por dia, ou seja, triplicar a atual produção de óleo bruto, sem refino", afirma Eduardo Momesso, gerente da Parecis.

 

 

Do total dos 42 produtores da região que investiram na construção da esmagadora, 35 estão cultivando nesta safra 13,4 mil hectares de girassol, cerca de 42% da produção do município. "É mais do que fizeram na safra passada, na qual os cotistas da Parecis cultivaram 11 mil hectares", diz Momesso. Na média, a esmagadora paga ao produtor o equivalente a R$ 1,2 mil por hectare cultivado, enquanto o custo de produção está na faixa de R$ 750. "O negócio é ótimo", diz Martelli. "É como se eu colhesse 80 sacas de milho por hectare numa época em que seu cultivo é impossível." Esse é o maior trunfo para seduzir os agricultores a investir no girassol. Nos últimos três anos, para atrair mais produtores, a Parecis Alimentos monitorou as experiências do grupo de produtores e editou uma cartilha específica para a região, na qual estão indicações de semeadura, sementes, necessidades nutricionais, controle de invasoras, manejo de doenças e distribuição espacial das plantas.

 

 

Para o agrônomo Alexandre Manzini, gerente de novos negócios da multinacional Syngenta no Brasil, é uma questão de tempo o girassol se firmar como uma cultura de peso na agenda agrícola brasileira. "Nós acreditamos muito nessa janela de produção estabelecida para a cultura", diz Manzini. Hoje, o Brasil faz parte de um programa global de melhoramento genético da planta. A empresa mantém atualmente quatro centros de melhoramento de girassol nos principais países produtores - Rússia, França e Argentina -, mais a Índia. Há dois anos, a Syngenta montou uma equipe com técnicos argentinos e brasileiros para testar sementes específihora cas para as condições nacionais.

 

 

Os testes para a descoberta de novas sementes híbridas destinadas ao cultivo no País começaram na estação experimental argentina, com base em 15 milhões de sementes parentais. Dessas sementes, a Syngenta testou, no Brasil, 80 híbridos por ano. "Hoje, temos quatro híbridos comerciais para o mercado brasileiro", diz Manzini. As pesquisas de 2010 foram realizadas em 17 diferentes áreas de plantio no Sul do País. No ano passado, as pesquisas foram realizadas na segunda safra, em 20 diferentes áreas da região do Cerrado - Campo Novo do Parecis foi uma delas - e em seis áreas no Sul. "No ano que vem, o girassol deve sair do portfólio de novos negócios para o setor comercial, junto com as demais culturas", diz Manzini.

 

 

A Syngenta, empresa de origem suíça, se tornou dona do maior banco de germoplasma de girassol do mundo, ao comprar em 2009 todo o negócio dessa cultura que pertencia à Monsanto. No entanto, a decisão de investir em girassol já havia começado no ano anterior, ao comprar a SPS Argentina, companhia especializada em sementes de soja, milho e girassol. Na época, a SPS faturava US$ 15 milhões com o comércio de sementes. A Syngenta está de olho em um mercado potencial de 24,7 milhões de hectares, área ocupada no mundo pelo girassol.

 

 

No Brasil, a empresa acredita que as pesquisas vão levar a sementes híbridas com potencial para produzir, em média, 1,8 mil quilos de sementes de girassol por hectare. "Com essas sementes seria possível tirar do campo 20% a mais de grãos sem aumentar a área de plantio", diz Manzini. Por isso, a empresa procurou no ano passado a Parecis Alimentos e fechou uma parceria para que os produtores associados plantassem sua semente. Na opinião do engenheiro agrônomo Paulo Souza, representante técnico da Syngenta em Campo Novo do Parecis, o pacote tecnológico tem funcionado como um campo de provas, baseado em quatro pontos: sementes de qualidade, defensivos adequados à cultura, informações agronômicas e garantia de venda do produto. "Para as demais regiões do País há um quinto item no pacote, o manejo de plantas atacadas pelo mofo branco, praga que não ocorre em Campo Novo do Parecis", diz Souza. "Do pacote, um item que tem feito a diferença é a comercialização garantida", afirma Manzini. "Quando os produtores conseguem viabilizar o comércio, fica mais fácil produzir."

 

 

No caso da Parecis Alimentos, a Pepsico se interessou pelo girassol cultivado na região em função da decisão dos produtores em plantar a semente de alto teor oleico, diferente do grão convencional. "Alto oleico significa que a semente, depois de esmagada, resulta em um óleo com 80% mais de ácidos graxos. Esses ácidos não deixam que ele se oxide a altas temperaturas e produza gordura trans", diz Manzini. "Além disso, a indústria paga mais pelo alto oleico."

 

 

A Pepsico, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, dona de marcas como a dos salgadinhos Elma Chips, Quaker, Toddy, Mabel, Gatorade, entre outras, precisa de óleo de qualidade para assar ou fritar os salgados. Segundo Newton Yorinori, diretor de agronegócios da Pepsico, na produção de snacks é possível reduzir de 25% até 70% o teor de gordura trans (ou saturada) com o uso do óleo de girassol, como é o caso de snacks das linhas de Cheetos, Fandangos e Sensações Ao Forno. "O consumidor enxerga o girassol como um produto mais saudável", diz Yorinori. "Além disso, o uso do óleo alto oleico aumenta a vida dos alimentos na prateleira do supermercado." Para garantir a entrega do produto, em 2007 a Pepsico Brasil começou a fechar parcerias com 130 produtores em todo o País. Além dos matogrossenses da Parecis Alimentos, mantém parceiros no Rio Grande do Sul, em Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás. "Aos produtores que cultivam o girassol sem gordura trans prestamos assistência técnica do plantio até a colheita", diz Yorinori. "Hoje, a Pepsico é a maior compradora individual de óleo de girassol no Brasil."

 

 

No País, a líder entre as fornecedoras de óleo para varejo é a Caramuru Alimentos, de Itumbiara (GO). A empresa compra, por ano, cerca de 35 mil toneladas de sementes que resultam em 13,8 mil toneladas de óleo. Segundo Anderson Miranda, diretor-comercial da Caramuru, o crescimento da produção de óleo de girassol se deve a um aumento do contingente de consumidores que buscam uma alimentação mais saudável. "Antes, apenas a elite consumia", diz Miranda. "Hoje, é uma tendência até nas classes C e D." Para ele, a demanda, embora ainda seja reduzida, na comparação com a do óleo de soja, deve crescer a passos largos.

 

 

A Caramuru, que coloca no mercado o óleo da semente convencional, já tem no radar o lançamento do óleo alto oleico para o consumidor final. "No supermercado, o oleico é um nicho do nicho dos óleos especiais", afirma Miranda. "Mas, como no Brasil tudo é grande, é bom os produtores irem se preparando para abastecer a indústria." Segundo previsões feitas por técnicos da Syngenta, o cultivo mundial de girassol deverá ocupar uma área de 26,7 milhões de hectares, dos quais 20% serão de alto oleico, em 2024. Hoje, do total de 24,7 milhões de hectares, esse girassol ocupa 13%.

 

 

Fonte: ISTOé DINHEIRO RURAL

Vera Ondei

 

 

Joomla Templates and Joomla Extensions by ZooTemplate.Com
Revista destaca produtores de girassol camponovenses
Veja também:
Com o término da colheita, os produtores de Mato Grosso estão preocupados com o escoamento da prod
05-09-2013
Agosto terminou com alta nos preços da soja, impulsionado pelo dólar e pela falta de chuvas nos Es
04-09-2013
Mato Grosso será mais líder do que nunca na produção nacional de soja e tem tudo para se manter
03-09-2013
Milhares de toneladas de milho estão expostas ao tempo nos campos de Mato Grosso. O cenário se rep
28-08-2013
A colheita do milho segunda safra, em Mato Grosso, chegou ao fim. Depois de oito estimativas de prod
27-08-2013
A recente alta do dólar, que chegou a R$ 2,40, deve estimular os produtores de Mato Grosso a compra
23-08-2013
Última atualização ( Sáb, 16 de Junho de 2012 20:58 )
 

Adicionar comentário

Política de comentários.
O Site Parecis.net não se responsabiliza pelos comentários aqui postados. A equipe reserva-se, desde já, o direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional, inseridos sem a devida identificação do autor ou que sejam notadamente falsos, também poderão ser excluídos. Não serão aceitos textos em caixa alta (TEXTO EM LETRAS MAIÚSCULAS); Exceto siglas e a primeira letra de cada palavra.
Lembre-se: A tentativa de clonar nomes e apelidos de outros usuários para emitir opiniões em nome de terceiros configura crime de falsidade ideológica. Você pode optar por assinar seu comentário com nome completo ou apelido. Valorize esse espaço democrático Agradecemos a participação.


Código de segurança
Atualizar

Parecis.Net no Facebook

Parecis.net © Todos os direitos reservados.